Escolhi aqui estar, escolhi sonhar que as festas podiam durar uma eternidade. Divirtam-se, não espero menos que isso!
Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2007
Está a apetecer-me !!!!!!

Está a apetecer-me contar uma história.
 
Ultimamente tenho contado algumas a um Amigo, um daqueles que não se encontra por aí aos pontapés, que ouve/lê, e não julga, não dá sermões, não critica, só está ali e diz que está e sinto que está e que posso ser eu e dizer o que me apetecer porque se dispôs a ouvir-me/ler-me sem “cobranças”, sem obrigações, só porque sim … (a minha profunda gratidão pelo bem que me fazes está expressa nas palavras que lês e tu sabes isso… “tu cubil es mi casa”)
 
 
Então vamos lá, sentem aí, ou fiquem de pé, já sabem que aqui cada um “come” como gosta, mas sobretudo, fiquem confortáveis, porque isto vai ser demorado, longo (ando numa de debitar caracteres para o monitor, e quem não estiver com paciência, está dispensado.
 
Aqui a “fortes”, que tem a mania que aguenta tudo e que optou por não “chatear” ninguém com as suas “cenas”, foi-se abaixo, teve uma quebra, olhou para o lado e pensou, que se lixe, oras, e porque não esparramar-se ao comprido, atirar-se para o chão e espernear? (isto de falarmos de nós, na 3ª pessoa fica bem, ora digam lá que não).
 
Mas não se apoquentem que costuma dar-me forte, mas passa depressa, pelo menos tento que passe e a mais não sou obrigada.
 
Assim e antes que me veja forçada a mudar o nome para: Maria da Fonte, vamos lá a seguir em frente e a deixar de lamúrias, que a vida é curta demais para estas coisas, e eu muito francamente não tenho paciência para isto, para medicamentos também não, assim tenho de encontrar a minha própria terapia.
 
Realmente, de vez em quando, devíamos interromper tudo e parar, isolarmo-nos, esquecer o dia-a-dia, a rotina, “emigrar”, tantas vezes que pensamos nisto (tenho consciência que não sou a única a sentir assim), mas … há sempre qualquer coisa que nos impede de agir, os preconceitos, a família, os meios financeiros, a falta de vontade de nos mexermos, de agitar a nossa vida, sempre tão arrumadinha, tão certinha, tão monótona, tão …
 
 
 
A minha terapia preferida é estes débitos de letritas e os colinhos dos meus amigos, onde me refugio e onde sinto que sou bem-vinda, onde retempero forças, onde sinto que oxigeno a minha cabeça, o meu coração … Obrigada!!!!!!!!! Vocês sabem para quem é este obrigada…
 
Todos, em algum momento da nossa vida, sentimos esta vontade de mudar tudo, de começar de novo, de dar uma volta de 180º, de mandar tudo para as “couves”, é a tal faceta do ser humano, de nunca estarmos satisfeitos com nada, de querermos sempre o que não temos, de nunca valorizamos o que nos rodeia, de não darmos atenção aos pormenores, por mais insignificantes que nos pareçam, tudo tem um sentido, uma razão para estar ali, para acontecer e no entanto, não ligamos, só quando algo nos acontece e nos abana é que damos por isso e exclamamos: Olha estava aqui mesmo ao pé de mim e eu não reparei, olhei e não vi, deixei passar, distrai-me, perdi a oportunidade, pois …
 
A minha história ainda só vai na introdução …
 
Começando então a narrativa:
 
Era uma vez … uma pessoa, um ser humano, carregadinho de defeitos e feitios, coisas boas e más como tantos outros, que em algum momento da sua curta, curtíssima vida, achou que faltava algo, que não estava nada bem e que se pôs a pensar que raio andava por aqui a fazer, não que achasse que não devia cá estar, não, isso nunca… Que este ser humano de quem falo, gosta de andar por aqui e não trocaria esta vida por outra e muito menos acabaria com ela …
 
 
E vai daí, tem andado à procura do que quer e a colocar de lado, ou mesmo a abandonar o supérfluo, o excedente, aquilo que está a mais, a tentar encontrar um caminho (na volta andamos a vida toda a procurá-lo e só alguns, os mais afortunados, conseguem perceber que o acharam).
 
E a procura continua… e tem sido este objectivo que a mantêm à “tona da água”. Tem alturas em que parece que está a sobrevoar os acontecimentos e que tudo se passa “ali em baixo” e que é uma mera espectadora, sem acção directa, sem intervir, sem ser vista, sem ser detectada, a sobrevoar os acontecimentos…
 
Outros dias, acha que deve, a si mesma, o facto de intervir, de dizer ou fazer algo e pensa: “bolas, as minhas acções, as minhas palavras estão a influenciar outros, a alterar o rumo da história, a fazer com que reajam, desta ou daquela maneira, mas sempre, sempre com a preocupação de não fazer mal a ninguém, de que as suas acções não prejudiquem os outros, de forma alguma.
 
Manias, cada um com as suas…
 
Mas fora os momentos mais “cinzentos”, o deslumbramento continua, sim porque no meio disto tudo, ainda acredita nos outros e acredita sinceramente que todos temos algo de bom para dar e quem consegue perceber isso, aproveita sempre alguma coisa e vai longe, muito longe nos afectos, na aventura da vida, sim porque esta coisa é uma aventura e todos os dias encontramos um baú, temos é de procurar muito bem e fundo e está lá, é só descobrir onde e como usar, carregar de novo e voltar a procurar (já parece o Indiana Jones), que grande filme que aqui vai!!!!!!
 
 
E amanhã há mais, que agora tenho ali umas coisas para alinhavar e não há tempo a perder …
 
Quem quiser voltar, para saber a continuação, está convidado, até amanhã e desejo de boa semana para todos (os que restam e ainda estão com paciência)
 
Beijo
 
 
 

 


tou assim a modos que a bem dizer muito:: a desnudar
estou a sentir: "Deixa-me Rir" - Jorge Palma

organizado por: minizinha às 23:52
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2 comentários:
De Lisa a 27 de Fevereiro de 2007 às 00:12
Até amanhã... um beijo


De prima a 8 de Março de 2007 às 00:20
Beijinho bom..... :o))


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