Escolhi aqui estar, escolhi sonhar que as festas podiam durar uma eternidade. Divirtam-se, não espero menos que isso!
Sábado, 18 de Outubro de 2008
Festa do estou em Casa!!! Yesssss!!!!!

 

 

 

 

Está a apetecer-me escrever sobre sentimentos, sobre as mudanças de vida radicais, sobre amores e desamores, sobre expectativas e certezas (tenho poucas), sobre brilhos nos olhos, sobre a vida!

Outubro começou bem, para mim, e para algumas das pessoas que considero Amigas (pra outros não tão bem). 

Estou no meu canto, no meu espaço, (morta de cansaço, lava, escova, aspira, limpa, ufa, ufa, ufa), mas realizada! Arrumei uma parte da minha vida, sigo em frente (já tinha seguido, mas faltava o local do descanso da guerreira, que sou eu), olho de frente a estrada que vou percorrer a seguir, e faça chuva ou faça sol, aí vou eu!!!! (esta da estrada, agora, fez-me lembrar a história do capuchinho vermelho, ihihihihihi, só é pena já não ter avós e acreditar que cada vez existem menos lobos). (Assobiando a música da história – “pela estrada fora eu vou bem sozinha”… larai, larai, larai ).

Outro dia, estava eu a pensar na frase que ouvimos nos casamentos, aquela do “… até que a morte vos separe”, e acho que é isso mesmo que acontece quando (alguns) os casamentos acabam, algo morre, morrem os sentimentos. E não é difícil perceber isso, a maior parte das vezes a bem da “família”, fazemos de conta que não percebemos, tentamos atear o fogo que apagou e nalguns casos, até se consegue, e seguimos em frente. Noutros casos, já entrou outra faísca, e aí nem vale a pena pensar muito sobre o assunto, é soltar amarras e partir.

Não é fácil, desistir, perceber que um projecto de vida é radicalmente cortado pela raiz, entregar as armas, entender que acabou! Julgo ser mais fácil quando não existem crianças para “dividir”.

Continua, mesmo assim a ser muito complicado, perceber que aqui e ali falhámos, não propositadamente, é claro, mas dói sempre e muito. Ainda por cima, quando os exemplos que temos em casa dos pais são os dos valores familiares, observar que mesmo no meio de uma discussão ou outra, ele com 83 anos e ela com 79, continuam a adormecer no sofá de mão dada.

Não sei para onde a vida me vai levar (já estou como a Susanna Tamaro – vou aonde me levar o coração), nem estou muito preocupada em saber o que o futuro me reserva, só sei que neste momento estou em paz comigo.

Consigo sentar-me a descansar, fecho os olhos e invade-me uma sensação de calma e ao mesmo tempo tudo fervilha cá dentro … ;)

Quanto a ti meu “lobo” preferido, despertas-me sentimentos contraditórios. Se por um lado me apetece sentir-te deitado no sofá com a cabeça a descansar no meu colo, e eu a afagar-te o cabelo, tu de olhos fechados a descansares (andas morto de cansaço, tu), por outro lado, apetece-me abraçar-te profundamente, unir os meus lábios aos teus e perceber se são os meus olhos que brilham e os teus reflectem ou o contrário …

 

Fico por aqui, agradecendo, comovida e sensibilizada, as palavras dos Amigos (e alguns são mesmo especiais), que já me afiançaram que vou ser feliz. (Aqui, onde ninguém nos ouve, eu acho que já sou, não completamente, nunca somos, mas em alguns momentos, tenho consciência que sou, sim e muito ) obrigada!!!!!!!

 


tou assim a modos que a bem dizer muito:: em relax!!!!
estou a sentir: "In My Place" - ColdPlay

organizado por: minizinha às 14:41
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